Moda tecnológica

por Luiz Fernando Gutz

É perceptível que nos dias atuais a tecnologia já não é algo surpreendente para a maioria das pessoas, ela é uma necessidade. Ainda podemos notar muitas limitações quando se junta tecnologia e moda, faltam recursos como fontes de energia, fatores ergonômicos entre outros. Fatores que permitam criar produtos estéticos – funcionais, de modo sutil e eficiente.

Alexandra Farah, head de inovação da Wear Brasil e colunista de Tech e Moda da Vogue. Fonte: facebook da mesma

Uma das empresas de tecnologia em processadores de última geração, a Intel, vem abrindo espaço para a moda se reinventar nas próximas décadas. A Intel junto ao Conselho de Designers de Moda da América (CFDA, sigla em inglês) e a Vogue Fashion Fund, iniciaram em 2003 uma parceria visando lançar novos designers que se interessam por moda tecnológica, através de concursos promovido pelo mesmo, lançam nomes que vem sendo reconhecidos como: Morgan Lane, Rochambeau, Ji Oh, KREWE, Adam Selman. No Brasil temos um evento anual a WearBrasil que traz desde palestras e workshops relacionados a tecnologia vestível, além de ter participação de pessoas que trabalham diretamente na Intel, mostrando o funcionamento e ensinando sobre produtos inteligentes.

Já ouvimos falar de tecnologia vestível diversas vezes, o que nos vem à mente logo de cara é o LED, uma tendência que está presente em figurinos artísticos, desfiles e também aos poucos no comercio, mas que literalmente chegou aos ruas com força foram os tênis de LED, inspirado no estilo futurista dos anos 90, conquistou um público maior, entre os outros produtos do mesmo setor.


Renan Serrano, Ceo da Trendt roupas agenero tecnológicas.

Mas a moda e a tecnologia não se limita simplesmente o que é visível. Uma das novas tecnologias que não é surpresa e já ouvimos falar é a nanoteclogia inserida ao produto de moda, uma empresa que começou aos poucos introduzir é a marca Trendt, o estilista Renan Serrano, responsável pela marca afirma que sente falta de algo a mais além de trabalhar com um público agênero e livre de faixa etária, decidiu apostar na Biosoftness, uma Low-Tech tecnologia sem Hardware, que trabalha com nano cápsulas inseridas nas fibras dos tecidos através de spray e amaciante que em sua função promete proteger o tecido a micro-organismos e bactérias, excluindo a necessidade de lavar a peça de roupa, tornando o produto sustentável e consciente.

Todas essas tecnologias na moda estão ligadas aos avanços tecnológicos, precisam ainda serem desenvolvidos novas ideias que permitam alcançar uma estética mais leve e uma funcionalidade mais concreta e resistente nos produtos. O lado bom é que mesmo no começo dessa história, já é possível notar as conquistas já feitas e o espaço aberto a novos designers interessados em criar produtos do setor.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s